Ataques hacker na pandemia

Em meio à pandemia de COVID-19 pessoas do mundo inteiro se depararam com outra ameaça, – que deixa dispositivos como celulares, computadores e tablets vulneráveis. Estamos falando do ataque de hackers.

De acordo com a Symantec - em sua 24ª edição do Internet Security Threat Report -, o Brasil ocupa o 4º lugar (dentre 157 nações) no ranking de ocorrências de ataques virtuais. A incidência nos deixa atrás apenas de EUA, China e índia - segundo o relatório que tem como referência os dados da Symantec Global Intelligence Network, que possui mais de 126,5 milhões de sensores espalhados pelo mundo e bloqueia 142 milhões de ameaças diariamente.

Nos últimos meses, criminosos vem se aproveitando do momento de desinformação e vulnerabilidade da população para aplicar golpes. Os riscos variam desde sequestro e furto de dados pessoais e sigilosos à criação de falsos apps que facilitam o controle de dispositivos e possibilitam acesso à sistemas variados.

Mensagens de phishing prometendo a cura do novo coronavírus phishing [com fórmulas mirabolantes e em sua maioria caseiras]; proliferação de fake news e criação de falsos aplicativos (como aqueles que mostram o avanço do COVID-19 por região) estão causando verdadeiros estragos no bolso e na vida social dos cidadãos.

Outro exemplo de aplicativo: assim que o Governo Federal liberou o Auxílio Emergencial, não demorou para que surgissem casos de falsos apps que visavam (única e exclusivamente) roubar dados pessoais. De acordo com a Caixa Econômica Federal, foram detectados mais de 60 aplicativos e sites fraudulentos no período de 19 de março de 2020 à 17 de abril.

No universo corporativo não é diferente. De acordo com a VMWare Carbon Black (empresa de software e segurança) foi registrado aumento de 148% - entre março e abril - no número de atividades hackers contra empresas ao redor do mundo. O dado é alarmante, mas não assusta - visto que muitas empresas afroxaram as medidas de segurança com seus funcionários trabalhando de casa (home office).

Como evitar esses ataques?

Medidas simples como checar a informações em sites oficiais (governamentais, OMS etc.) e conferir a autenticidade de um aplicativo, antes da instalação, mitigam os riscos e dificultam ataques cibernéticos. Golpistas também costumam enviar links através de e-mail, SMS ou redes sociais que direcionam para páginas falsas, em sua maioria bem convincentes, que visam capturar senhas e outros dados confidenciais; então, é preciso estar atento.

Empresas podem munir-se firewalls, ferramentas de endpoint (antivírus, firewall individual, análise de dispositivos, etc.) e políticas de segurança, além de campanhas educacionais, para proteger os computadores, tablets e smartphones de seus funcionários. Entretanto, é preciso, antes de tudo, entender que a ameaça é real e que investir em segurança hoje é de extrema importância para evitar sérios problemas no futuro.

 

R. Barbosa

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