Segundo Fernando Ulrich, da exchange XDEX, criada por sócios da XP Investimentos, a criptomoeda do Facebook pode impulsionar o bitcoin

São Paulo – O projeto de moeda digital libra, do Facebook, pode não ir adiante se questionamentos de parlamentares norte-americanos ganharem força, e isso não necessariamente será ruim para o preço do bitcoin, avalia o analista-chefe da XDEX, plataforma de compra e venda de criptomoedas, Fernando Ulrich.

Ele argumenta que há no Congresso norte-americano uma sensação de negócios não acabados com a gigante de tecnologia, após os eventos relacionados ao escândalo de vazamento de dados da empresa de mídia social para a Cambridge Analytica, por exemplo.

“Se elevar demais o tom ou isso se tornar uma briga maior, (a libra) pode nem sair do papel”, disse Ulrich à Reuters. A XDEX tem como sócios o Grupo XP e General Atlantic.

Em junho, o Facebook anunciou que se uniu a 28 parceiros para formar uma entidade sediada em Genebra chamada Libra Association, que administrará sua nova moeda digital a ser lançada no primeiro semestre de 2020. Mas desde então tem sofrido questionamentos de órgãos reguladores, parlamentares e governos.

Os congressistas norte-americanos não querem que o projeto colete as informações e armazene os dados dos usuários, incluindo hábitos de pagamentos, e desejam que ele seja o mais descentralizado e mais privado possível, mas querem poder monitorar movimentações para evitar fraudes, como lavagem de dinheiro, disse o analista.

Para Ulrich, o fato da libra ser um projeto relativamente centralizado impossibilita comparações com o bitcoin e outras criptomoedas e um eventual fracasso do projeto do Facebook deveria beneficiá-las.

“O bitcoin não pode ser encerrado pelas autoridades por decreto ou vontade política. Isso é impossível, é como querer acabar com a lei da gravidade… Acho que reforça cada vez mais (a tese do bitcoin). O bitcoin, por ironia do destino, pode acabar sendo ainda o grande beneficiado dessa história toda.”

Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia/fracasso-da-libra-pode-ajudar-o-bitcoin/

Segundo o site The Verge, a gigante de tecnologia deve mudar em breve os títulos de seus aplicativos para “Instagram do Facebook” e “WhatsApp do Facebook”

O Facebook quer realmente que os usuários do Instagram e do WhatsApp saibam quem está “no comando”. Segundo o site especializado em tecnologia The Verge, os títulos dos aplicativos mudarão em breve para “Instagram do Facebook” e “WhatsApp do Facebook”. A empresa já segue essa abordagem com seu aplicativo Workplace.

Os novos títulos também aparecerão na Apple Store e no Google Play. Na tela inicial do dispositivo do usuário, o nome de cada um deles permanecerá o mesmo, mas só por enquanto. Mas conforme publicou o site The Verge, também é muito provável que “do Facebook” apareça na tela inicial dos dois aplicativos. A gigante da tecnologia já fez essa mudança com o Oculus.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, promete que a rede social será renovada e “mais privada”. Ao mesmo tempo em que a popularidade do Facebook caiu entre os consumidores mais jovens, a do Instagram e a do WhatsApp dispararam.

O Facebook vem trabalhando também para melhorar a sua segurança, diante da forte pressão de ativistas e reguladores desde o início do ano, quando foi revelado que dados de 87 milhões de usuários foram utilizados indevidamente pela consultoria Cambridge Analytica.

Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia/facebook-fara-alteracao-no-nome-do-instagram-e-do-whatsapp/

Nova ferramenta foi incluída em uma nova versão de testes do Windows 10, e se assemelha a um recurso do macOs

São Paulo – A Microsoft está planejando incluir no Windows 10 um recurso que permite fazer uma espécie de backup do sistema operacional na nuvem. Chamado de “Cloud Download” (“download em nuvem”), esta nova ferramenta servirá para fazer a restauração do sistema operacional no caso de falhas ou quando ele precisar ser reinstalado.

O recurso é semelhante a uma ferramenta disponível do sistema macOs, da Apple. Quando o sistema precisa ser reinstalado em um dos computadores da fabricante, existe a opção de baixar uma cópia da nuvem, para que o conteúdo não seja inteiramente deletado. Usuários podem visualizar o recurso ao iniciar uma máquina que esteja com problemas.

Outras fabricantes de computadores, como Dell, Asus e HP, realizam a cópia do sistema em ferramentas de terceiros – como um serviço de nuvem de outras empresas ou utilizando um pen drive -, mas a Microsoft está apostando em um recurso propriamente seu, com a intenção de facilitar o uso para seus usuários.

Esse serviço deve ser essencial para o Windows Lite, uma nova versão mais leve do sistema operacional, que deve concorrer com o ChromeOS — sistema do Google presente nos laptops Chromebooks. No Windows Lite, usuários poderão recuperar o conteúdo de seus aparelhos sem a necessidade de utilizar um pen drive.

A empresa, porém, também precisará garantir o suporte total dos fabricantes de computadores e de todos os drivers importantes para que isso funcione bem. Portanto, é esperado que esse recurso seja implantado de forma gradativa no sistema, já que depende de diversas etapas para funcionar completamente.

Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia/microsoft-testa-servico-de-recuperacao-em-nuvem-no-windows-10/

Fabricante brasileira de eletrônicos lança três kits de produtos voltados para a automação residencial, que podem ser conectados à internet

São Paulo – Em 2019, a Positivo Tecnologia completa três décadas de existência. E quase como forma de comemorar a data, a companhia, que nos últimos anos vem diversificando seu portfólio para se tornar uma empresa de tecnologia e não apenas uma fabricante equipamentos de informática, anunciou que está investindo em Internet das Coisas. Os primeiros produtos já estão disponíveis no varejo.

O anúncio foi feito na quinta-feira (25), durante um evento em São Paulo. Na ocasião, a empresa paranaense exibiu aparelhos como tomadas e lâmpadas inteligentes que podem ser ligadas por comandos via smartphone, controles universais com conexão Wi-Fi e infravermelho e até câmeras de segurança, sensores e alarmes que transformam o aparelho celular em uma espécie de central de vigilância. Outros dispositivos estão em desenvolvimento.

Os gadgets podem ser adquiridos separadamente, mas o objetivo da companhia é comercializá-los em três kits diferentes, sendo dois voltados para automação residencial e um contendo apenas os dispositivos de segurança. “O consumidor não quer apenas um produto inteligente, mas uma solução para sua casa”, diz Hélio Rotenberg, presidente e fundador da Positivo, em entrevista exclusiva à EXAME.

A estratégia adotada pela fabricante brasileira para se diferenciar de outros concorrentes se baseia em dois fatores. O primeiro é o preço. Enquanto os dispositivos partem de R$ 99, com as lâmpadas conectadas, os kits são vendidos por valores entre R$ 349 até R$ 499. “Queremos atender a classe média com inovação e preço certo”, afirma o executivo.

O segundo fator é a própria variedade de oferta. Com produtos mais simples e que são fabricados pela própria empresa, a Positivo não vai ter de bater de frente com gigantes do setor como Samsung e LG, que comercializam desde televisões até aparelhos de ar-condicionado, geladeiras e máquinas de lavar conectadas à internet.

Os gadgets são controlados pelo aplicativo Positivo Casa Inteligente. O programa permite o manejo dos dispositivos por comandos de voz pela plataforma Google Assistente.

Nesse caso, a ideia é combinar esforços. “Não precisamos fazer uma cafeteira inteligente, por exemplo. Basta uma tomada que possa ser conectada à internet para que o usuário decida, de qualquer lugar, quando deseja ligá-la”, diz Rotenberg.
Positivo IOT

Outro diferencial é que a instalação é feita de forma relativamente simples, bastando posicionar os aparelhos no local desejado da residência. Basta apenas configurar o dispositivo de acordo com a conexão sem fio, como é feito com um celular, uma televisão e um notebook, por exemplo.

A previsão é que a briga inicial seja contra a Intelbras, fabricante que já trabalha com Internet das Coisas no campo da segurança, e também a Philips, fabricante holandesa que ganhou destaque no setor nos últimos anos com suas lâmpadas inteligentes.

De acordo com dados da consultoria IDC, o segmento de Internet das Coisas deve movimentar US$ 745 bilhões em todo planeta em 2019. Para o ano que vem, a previsão é de que a cifra ultrapasse 1 trilhão de dólares.

Uma das maiores fabricantes brasileiras de produtos eletrônicos, a Positivo estava avaliada na quinta-feira (25) em R$ 217 milhões e abriu o pregão do mesmo dia com ações unitárias negociadas a R$ 2,53. A companhia responde por um a cada seis computadores vendidos no país e trabalha também no setor de smartphones, de acessórios como carregadores e powerbanks (baterias portáteis para recarregar eletrônicos).

Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia/positivo-mira-internet-das-coisas-e-lanca-tomada-e-lampada-inteligentes/

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